quinta-feira, 1 de maio de 2014

Racismo é MUITO MAIS FORTE do que Todos Pensam

Ninguém é mais honesto que uma criança. Pensando nisso, pesquisadores fizeram um teste com bonecas para descobrir até que ponto o racismo está presente em nossa sociedade. O resultado foi mais assustador do que esperavam.
 
 
 
 
Você acha que esse experimento teria um resultado diferente com seus filhos, netos ou primos? Provavelmente não. O primeiro passo para mudar isso é perceber que o problema existe, então compartilhe essa mensagem.
 
 
Esse teste foi feito no México pela organização 11.11 Cambio Social e divulgado como parte da campanha "Racismo en México".

quarta-feira, 23 de abril de 2014

“Não é fácil a sociedade aceitar a maldade infantil, mas ela existe”

Sim, elas podem ser cruéis!
Um tabu impede que se discuta a maldade infantil. Mas ela existe. E pode esconder transtornos graves.
 
 
 
Aos 7 anos, T. convenceu seus pais, profissionais liberais de Belo Horizonte, a demitir duas empregadas domésticas. O motivo alegado: elas batiam nele. As duas negaram as agressões, mas o menino chegou a apresentar as marcas roxas no braço. Um ano depois, nova queixa sobre outra empregada. Revoltado, o casal decidiu colocar câmeras escondidas. O que viram foi uma surpresa: T. era o agressor, com pontapés e atirando brinquedos. No fim de uma semana, perguntaram se a empregada havia batido nele novamente. Choroso, T. respondeu que havia sido surrado na cozinha – onde as imagens não mostravam nada. Diante das sucessivas mentiras, foi castigado.
 
Três anos depois, reincidiu. Com os pais já separados, adquiriu o costume de tirar dinheiro da carteira dos dois, dizendo ao pai que era a mesada da mãe, e vice-versa. Os pais só descobriram a farsa durante uma discussão sobre dinheiro. Pouco antes, uma empregada fora mandada embora da casa da mãe depois do sumiço de R$ 50. T. disse que a vira pegar a nota. Diante disso, os pais concluíram que o menino precisava de tratamento. Poucas sessões depois, o diagnóstico foi duro: ele apresentava o chamado transtorno de conduta, nome formal para a velha “índole ruim”.
 
“Não é fácil a sociedade aceitar a maldade infantil, mas ela existe”, diz Fábio Barbirato, chefe da Psiquiatria Infantil da Santa Casa, no Rio de Janeiro. Ele explica que a criança ou adolescente que tem essa patologia pode se transformar, na vida adulta, em alguém com a personalidade antissocial – o termo usado hoje em dia para o que era chamado de psicopatia. “Essas crianças não têm empatia, isto é, não se importam com os sentimentos dos outros e não apresentam sofrimento psíquico pelo que fazem. Manipulam, mentem e podem até matar sem culpa”, diz Barbirato. Por volta da década de 70 do século passado, teorias sociais e psicanalíticas tentaram vincular esse comportamento perverso à educação e à sociedade. Nos últimos anos, porém, os avanços da neurologia sugerem a existência de um fenômeno físico: imagens mostram que, nas pessoas com personalidade antissocial, o sistema límbico, parte do cérebro responsável pela empatia e pela solidariedade, está desconectado do resto.
 
Um obstáculo para o tratamento de crianças com sinais de transtorno de conduta é o próprio tabu da maldade infantil. O senso comum afirma que as crianças são inocentes – uma crença que resulta da evolução histórica da família. Até o século XVII as crianças eram consideradas pequenos adultos e muitas nem sequer eram criadas pelos pais. No século XVIII, isso mudou. A família burguesa fechou-se em si mesma, dentro de casa. O lar virou um santuário e a criança o centro dos cuidados e das atenções. Foi o nascimento do sentimento de infância, dentro de um grupo que agora tinha como laços o afeto e o prazer da convivência. Se a criança é o eixo do sentimento moderno de família, ela não pode ser má. Eis o tabu.
 
Foto: Renato Rocha Miranda/Divulgação TV Globo
NÃO PODE
A atriz mirim Klara Castanho como Rafaela, a criança manipuladora de Viver a vida. A justiça não quer que ela seja má
 
 
Desde que a novela das 9 da TV Globo, Viver a vida, foi ao ar, em setembro do ano passado, o Ministério Público do Rio de Janeiro acompanha de perto a personagem Rafaela. A menina, vivida pela atriz mirim Klara Castanho, de 9 anos, desagradou à Justiça. O autor, Manoel Carlos, foi notificado. No documento, um pedido para que ele tenha “cuidado ao elaborar a personalidade de personagens cujos atores são menores de idade”. Na trama, Rafaela é uma menina mimada, que, para defender seus interesses, faz chantagem com uma amiga de sua mãe. Rafaela não pratica a maldade sem motivações concretas ou demonstra curiosidade mórbida. Ainda assim, o Ministério Público considera a personagem pouco adequada. Criança, aparentemente, não pode ser vilã.
 
As escolas, porém, desmentem isso: elas costumam ser o palco diário das maldades das crianças com transtorno de conduta. A psiquiatra carioca Ana Beatriz Barbosa Silva, autora do best-seller Mentes perigosas, diz que crianças e adolescentes com esse distúrbio costumam estar por trás dos casos mais graves de bullying. Em maio, ela lançará Bullying – Mentes perigosas nas escolas, com foco na maldade infantil. “É típico do jovem com transtorno de conduta saber mentir e manipular para que os outros levem a culpa”, afirma. Barbirato faz uma ressalva. “Pequenas maldades e mentiras são absolutamente comuns na infância. De cada 100, cerca de 97 têm comportamento normal e, ao amadurecer, saberão diferenciar o certo do errado e desenvolverão a empatia”, diz.
 
Mas, e os 3% que faltam? Serão obrigatoriamente personalidades antissociais na vida adulta, seres sem empatia? Os especialistas são taxativos ao afirmar que não se cura transtorno de conduta. Ele será, no máximo, amenizado se tratado a tempo e houver sempre algum tipo de vigilância. Na maior parte dos casos, porém, isso não acontece. E o resultado de ninguém ter notado esses sinais durante a infância aparece de forma trágica. “Essa criança poderá ser um político corrupto, um fraudador, até um torturador físico ou emocional, chegando a um assassino em série”, diz Ana Beatriz.
 
No último domingo, um exemplo extremo ocorreu na Pensilvânia, Estados Unidos. Jordan Brown, de apenas 11 anos, deu um tiro na nuca da namorada do pai, grávida de oito meses. O menino chegou a conseguir enganar a polícia dizendo que uma caminhonete preta havia entrado na propriedade da família. Mas a arma foi encontrada em seu quarto. A polícia não entendeu a motivação do crime. “Há casos em que a explicação é simplesmente uma curiosidade mórbida”, afirma Ana Beatriz. “Todos nós, quando pequenos, temos essa curiosidade. Mas, por volta de 4 ou 5 anos, começamos a ter a percepção do outro. O que não acontece com quem tem o transtorno de conduta.” A falta de tratamento dessas crianças é, muitas vezes, consequência da ignorância ou da falta de recursos. Mas não só. A estrutura familiar de hoje, com pais trabalhando fora o dia todo e com tendência a dar poucos limites aos filhos, favorece o desenvolvimento do transtorno de conduta. Qualquer criança que não é repreendida pelo pais sobre seus erros tende a crescer pouco civilizada. Se ela tem uma tendência antissocial, não haverá amarras para esse comportamento.
 
O relato de um psiquiatra do Rio Grande do Sul mostra quanto é difícil pais assumirem a necessidade de tratamento dos filhos. Em 2008, ele teve como paciente R., de 11 anos. A menina colocara fogo na mochila de uma colega de turma. Repreendida por professores e pais, teve como reação apenas rir. No ano anterior, fizera o mesmo com o rabo do cachorro de uma prima. Questionada, disse apenas que a prima não merecia ter um cachorro. Durante o tratamento, R. afirmou ao psiquiatra que não nutria nenhum sentimento especial em relação aos pais.“Ela tinha um olhar frio e uma ironia extremamente precoce para sua idade. Não sentia culpa. R. me tratava como um empregado”, diz o psiquiatra. Depois de um ano de tratamento, os pais acharam que ela estava melhor e poderia interromper as sessões. “Ela os manipulou – e disse a mim, explicitamente, que fingiria estar melhor e conteria seus atos. Contei a eles, mas não acreditaram em mim”, afirma. R. jamais voltou a seu consultório.


FONTE: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI130697-15228,00.html

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Fotos mostram por que toda criança deveria crescer ao lado de um animal



O vínculo que normalmente é formado entre uma criança e seu animal conforme ambos crescem, muitas vezes é um grande fator para o desenvolvimento emocional de uma pessoa. Estas fotos de bebês com seus animais, selecionadas pelo site Trend Ting, irão demonstrar esse fato, sem a necessidade de leitura de qualquer livro de psicologia infantil.



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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Curiosidade: Por que as teclas do teclado não estão em ordem alfabética?


 
A distribuição das teclas nos teclados já despertou a dúvida de muita gente: por que as letras não estão em ordem alfabética?
 
Qual o critério utilizado? 
 
Na verdade, a ordem das letras no teclado é apenas uma cópia do padrão da máquina de escrever, criada e patenteada pelo inventor americano Christopher Scholes. Com o intuito de organizar as teclas aproximando os pares de letras mais usados na língua inglesa, Scholes aperfeiçoou a ideia de James Densmore, seu parceiro comercial, e criou o teclado QWERTY, nome dado devido à disposição das primeiras seis teclas. 

 A partir daí, o padrão desenvolvido pelo americano se tornou bastante popular em todo o mundo, tendo sido incorporado na grande maioria dos teclados de computadores. No Brasil, cerca de 99% dos teclados estão no padrão QWERTY. Ao longo do tempo, outras configurações também foram criadas, como o padrão Dvorak, criado por August Dvorak e William Dealey em 1936, porém nenhum outro se tornou tão popular como o padrão desenvolvido por Scholes.
 
Fonte: Mundo Educação

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Pai do Transtorno de Défict de Atenção descreve a doença como "um exemplo de doença fictícia" - doença que ele próprio etiquetou

Gente bonita!!!
Saudades de escrever nesse Blog tão querido e visualizado por tanta gente! Fico contente quando vejo a quantidade de visualizações diárias... Muito Obrigada!!! =)

O assunto de hoje é extremamente polêmico, ainda mais porque vai contradizer muito do que aprendemos em nossas formações, enquanto educadores.

Encontrei esta matéria que diz nada mais, nada menos, que Leon Eisenberg,  o "pai" do Transtorno de Déficit de Atenção (sim, o TDAH) teria declarado há alguns meses antes de falecer que "O TDAH é o principal exemplo de uma doença fictícia" (pasmem!). Ou seja, que essa doença não passa de uma grande farsa...

A matéria não dá muitos detalhes do contexto em que retiraram esta afirmação, por isso há motivos para ficarmos atentos à veracidade desta informação.

Mas o que realmente me deixou chocada são os dados da enorme quantidade de crianças do mundo inteiro que estão sendo medicadas com a Ritalina - medicamento indicado para pessoas diagnosticadas com TDAH -, o quanto esse número tende a crescer ainda mais e quanto a indústria farmacêutica vem faturando com esse grande "negócio", investindo muito mais em publicidade do medicamento do que com a própria pesquisa...

Vocês já viram os efeitos colaterais deste medicamento? Será que drogas seguras???

A leitura vale a pena e espero os comentários de vocês!

Aqui está o link da matéria, pois não conseguir trazer o texto na íntegra para o nosso BLOG...

http://portugalmundial.com/2014/01/pai-do-transtorno-de-deficit-de-atencao-declara-se-mentiroso/

Beijo sabor final de férias escolares...

Flavinha